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3 01 2016

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ROBERTO CARLOS FERNANDES





O MAIS IMPORTANTE SINAL DO FIM DOS TEMPOS

1 09 2015

final dos temposO MAIS IMPORTANTE SINAL DO FIM DOS TEMPOS

“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações.. Então virá o fim. PALAVRAS DE JESUS”. –MT. 24:14

Que a Graça, a Paz e a Esperança em Jesus, estejam com você neste momento.

À alguns anos atrás, eu tive a oportunidade de conviver com uma pessoa muito especial. Ivan Baker era seu nome. Esse amado irmão foi estar com o Senhor mas deixou um rastro de amor, como canta outro amigo nosso chamado Asaph Borba.

Ivan sempre tinha algo a mais para nos ensinar. Na verdade ele sempre nos surpreendia com algumas palavras de sabedoria. Uma em especial sempre me volta à mente.

Dizia ele: “Temos que estar de olho nos sinais dos tempos… Estamos vivendo os últimos dias”.

Ele era um apaixonado pelo tema, a volta do senhor.

Hoje, mesmo depois de sua partida para a glória, suas palavras ressoam em minha memória: “Temos que estar de olho nos sinais dos tempos…” Eu absorvi essa palavra de Ivan e todos os dias, por incrivel que pareça, lendo um jornal ou ouvindo um noticiário, quer pela tv ou pela internet, fico buscando evidências que me mostrem a eminente volta do Senhor.

A maioria dos escatologistas e estudiosos sobre esse tema, citam e dão

ênfase nas guerras e rumores de guerras, na fome, nas pestes, no aumento da iniquidade, nos sinais que aparecem no céu, na lua e nas estrelas. Todos estes sinais ocorrem exatamente com Jesus havia profetizado. Esses sinais fazem parte do projeto de Deus.

Entretanto, há um sinal que poucos dão atenção e, a meu ver, é algo de nossa responsabilidade fazê-lo cumprir. Trata-se da pregação do EVANGELHO DO REINO DE DEUS.

Mas você pode me perguntar, “mas o Evangelho não está sendo pregado?”. Eu te respondo que sim… Mas eu também pergunto: “Que tipo de Evangelho está sendo pregado?”

Na verdade o “evangelho” tem sido pregado de muitas formas e de várias maneiras.

A maioria dos pregadores e irmãos que o pregam, o fazem com sinceridade. Quisera eu tivesse a coragem, a disposição e o amor que muitos irmãos têm no exercício desse ministerio de pregar o evangelho.

Ocorre, todavia, que a pregação desse tipo de evangelho, em grande parte da igreja, distanciou-se muito da pregação ensinada e praticada por Jesus e pelos apóstolos do primeiro século.

O evangelho que Jesus e os primeiros apóstolos pregaram, centrava o governo de Deus na vida do homem. O desvio foi tão grande, que esse evangelho do reino de Deus foi substituido pelo evangelho centralizado no homem e na sua felicidade. Jesus é apresentado aos homens como um meio para atender aos desejos e interesses do próprio homem. O resultado, é a qualidade de cristãos que esse tipo de pregação tem produzido. Há uma quantidade enorme de pastores e líderes que afirmam com tristeza que em suas congregações há muitos membros que não conhecem a Deus e não serão salvos. E não conseguem explicar os motivos. Mas continuam com seus programas, eventos, campanhas, shows e excelentes pregações para vencerem a concorrência e não perderem seus membros. Muitas igrejas conseguem categorizar a membresia entre os consagrados, os congregados, visitantes e obreiros. São os chamados, separados, escolhidos e o resto.

Mas a pregação do Evangelho do Reino de Deus, não é apenas para uma parte específica da igreja, mas para todos. Também não é algo que se apresente ao mundo como se fosse algo temporário até que as pessoas que o ouvem possam se converter. Não… o Evangelho do Reino de Deus começa na proclamação de um reino soberano e avança pela eternidade afora. Na verdade quando alguém se converte realmente ao Senhor, ele passa a viver debaixo do governo de Deus e isso não tem fim.

O evangelho do Reino de Deus, não é um movimento, nem uma denominação, nem um grupo especifico de discipulado dentro da congregação. Não! O pregação evangelho do Reino é a proclamação de um Reino, de um governo, de uma estrutura eterna.

A pregação do Evangelho do Reino de Deus é a única, repito, é a única forma de fazer discipulos de Cristo. Nenhum outro evangelho é capaz de fazer isso. Se alguém não foi salvo através da pregação do evangelhon do reino, definitivamente não está salvo.

Lamento ter que dizer isso, mas muitos estão enganados, confundidos, ludibriados por um evangelho aguádo, enfraquecido e que não os levará a lugar algum. Um evangelho Segundo os Santos Evangélicos como dizia Ruan Carlos Ortiz.

Agora, Isto que estou dizendo, com um sentimento de urgência, tem a haver com o que Jesus disse:

“E este Evangelho do Reino de Deus sera pregado por todo o mundo, para testemunho de todas as nações… então virá o fim”.

Há muitos que dizem e oram com sinceridade dizendo “maranata, ora vem Senhor Jesus…” mas pecam por pregar e seguir um evangelho que só retardará a sua vinda.

Com o coração cheio de temor digo a vocês neste momento que a pregação do Evangelho do reino de Deus implica necessáriamente tirar o véu que cobre os olhos de milhoes de pessoas que dizem estar seguindo a Jesus, mas nunca foram transformadas pelo poder do Evangelho do reino de Deus.

E digo com muito mais temor, que muitos que hoje se dizem seguidores de Jesus, ao ouvirem a pregação do Evangelho do reino de Deus na íntegra, apostatarão da sua fé porque não estarão aptos para o Reino de Deus. Simplesmente eles não poderão attender as demandas do reino de Deus. E isso acontecerá antes que o Senhor volte, como escreveu Paulo aos Tessalonicesses. Dizia ele… “O senhor não voltará antes que venha a grande apostasia e seja revelado o homem da iniquidade”.

Este é o mais importante sinal do fim dos tempos. Sim, porque toda criação do universo conspira para que isso ocorra. Não será apenas o fim dos tempos senão também será a concretização de um projeto que nasceu no curacao do Pai antes do próprio universo ter sido criado.

Nós ainda não fazemos idéia do que isso significa, mas com certeza, na medida em que o Reino de Deus avance sobre a terra, iremos recebendo revelação das coisas que ainda ão de ocorrer. O apocalipse deixará em fim de ser um livro misteriosos, para se tornar um guia seguro para o céu.

Minha oração e súplica é para que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos ajude a entender a urgência da pregação do evangelho do reino. Ainda há tempo para aqueles que sentem-se atriados por essa verdade esquecida. Espero sinceramente que você e eu tenhamos os nossos olhos abertos para ver e os nossos ouvidos atentos para ouvir o que Deus está tentando nos comunicar.

Nos próximos programas, se Deus me permintir, gostaria expander esse assunto um pouco mais. Vamos ver como Jesus e os irmãos do primeiro séculos entendiam o Evangelho do reino de Deus.

Trataremos um pouco sobre o significado do termo “Reino de Deus.

Veremos o contraste que existe entre a pregação do Evangelho do reino de Deus e a pregação dos outros tipos de evangelho. Veremos também a diferença entre o que é ser um religioso do que é ser um discípulo de Jesus.

Que o Espírito Santo produza em nós revelação e admiração cada vez maior, pelo SANTO, AMADO, E ETERNO JESUS o verdadeiro e único Rei. A Ele seja a glória, a honra e o domínio pelos séculos dos séculos”.





BARCO A REMO

7 07 2015

Ivan Baker com RC_02

BEM QUE ELE AVISOU…

Vez por outra me vem à memória o tempo com Ivan Baker. Poucos sabem, mas muitas vezes estivemos sozinhos conversando e essas conversas eram permeadas de advertências. Parecia que ele já tinha estado por aqui, no futuro! Hoje, olhando pra trás e ouvindo suas palavras não posso deixar de admitir, ele estava certo!

Em especial me lembro de um conselho a um grupo de pastores com quem ele tinha certa intimidade. Dizia ele: “Cuidado! mantenham o “barbo a remo” e cuidado para não por muita coisa nesse barco, vai ficar difícil remar. Cuidado! Mantenham as coisas simples! Quando houver necessidade de alguma mudança de rumo, será bem fácil! Mas um barco grande, com motor, muita coisa sendo carregada, tornará a navegação muito, mas muito difícil. E, pior, quando tiverem que fazem mudança de rumo, vão precisar de muito espaço, esforço e nem sempre conseguirão evitar o “iceberg”.

Sei que não fará muita diferença dizer isso agora, e nem sei se terei eco por aí, mas não é tarde para repetir:

POUCAS COISAS, BEM APRENDIDAS, BEM PRATICADAS, BEM TRANSMITIDAS A OUTROS.

Por quê aquelas POUCAS COISAS que mudaram nossas vidas há alguns anos atrás não são mais suficientes para mudar a vida de outros?

Por quê aquelas POUCAS COISAS BEM APRENDIDAS e PRATICADAS pelos primeiros discípulos revolucionaram o mundo da época e hoje com toda modernidade perdemos nossa gereção pros “facebooks” da vida?

Por quê?

Roberto Carlos Fernandes





SAUDADE DA IGREJA

7 07 2015

SAUDADE DA IGREJA.





SAUDADE DA IGREJA

7 07 2015

FLOR QUE CHORA

ÉRAMOS FELIZES, E TODOS SABIAM DISSO…

Foi-se o tempo, há muito tempo, quando Igreja significava – “CORPO DE CRISTO”. Foi-se o tempo, há muito tempo, em que comunhão significava “FAMÍLIA”. Foi-se o tempo, há muito tempo, que aceitar a Jesus era submeter-se ao “REINO DE DEUS”. Foi-se o tempo, há muito tempo, que a união dos “crentes” era o lugar onde o Espírito Santo de Deus habitava. Saudades! Saudades do tempo em que o levantar das mãos era espontâneo. Saudades do tempo em que o evangelho era uma “BOA NOVA DO REINO DE DEUS”. Saudades do tempo em que a Bíblia era lida com respeito e reverência. Saudades do tempo em que ofertas e dízimos eram sinônimos de gratidão. Saudades do tempo em que o pastor não era astro. Ele cuidava das ovelhas. Saudades do tempo em que MUNDO era tudo aquilo que fosse contrário à vontade de Deus. Saudades do tempo em que se chovava sozinho. Que se louvava sem a necessidade de instrumentos musicais. Que oração era apenas uma conversa entre amigos. Que jejum era um sacrifício suave. Que fofocas eram vistas como pecado. Saudades do tempo em que o casamento era “até que a morte os separem”. Que amor era uma decisão. Que compromissos eram pactos verdadeiros. Tempo em que meias verdades eram mentiras completas. Saudades do tempo em que Satanás era o Pai da mentira e nosso adversário. Saudades do tempo em que homem era homem, mulher era mulher. Saudades do tempo em que divórcio era algo inaceitável. Saudades do tempo em que nas escolas se rezava o “Padre Nosso”. Saudades do tempo em que nossos filhos tinham pai, mãe, irmãos, e éramos uma família. Saudades do tempo em que não havia televisão e os pais nos contavam histórias antes de dormir. Saudades do tempo em que as crianças faziam seus próprios brinquedos. Saudades do tempo em que amigos tinham “face”, isto é, verdadeira face para se olhar e se admirar. Saudades dos meus amigos de infância com quem aprendi a correr, pular, jogar, sorrir chorar. Saudades da IGREJA que fazia com que tudo isso fosse mantido. Saudades dessa IGREJA!





MEU TEMPO NO IBA

1 06 2015

Disseram-me, e não sei quando, que se alguém não escreve, não faz história. Na verdade, há tantas coisas que se perdem no tempo que, fossem elas registradas poderiam no mínimo ajudar as futuras gerações. Hoje, ainda que não se faça conscientemente, tudo o que se escreve fica registrado. As redes sociais são uma prova disso. Porém, mergulhar no passado pode nos ajudar a manter vivas as experiências boas e, de certa forma poder anular os efeitos das más experiências simplesmente deixando-as onde devem estar, no passado. Por isso me arrisco a dar um passeio rápido lá pelos anos 70. Na verdade cheguei na área no ano de 1969. Vinha de uma experiência marcante de sete anos de intenso envolvimento com evangelismo. Fazíamos parte da Igreja Presbiteriana Independente de Bauru. Cada um desses amados “jovens Livres do Senhor” como éramos chamados, vislumbrava a possibilidade de ser “oficialmente” útil na obra ministerial. Não sei o que se passava na mente dos demais, porém para mim, era o começo de algo que marcaria para sempre minha vida. E para lá fomos.

Enquanto escrevo, lembro! Enquanto lembro, sinto meu coração palpitar de saudades! Saudades de um tempo que não volta mais. Saudades do nosso cantinho. Nossos aposentos masculinos ficavam lá no fundo, longe dos aposentos femininos. Graças a Deus! A quadra de esportes era como um palco de exibição do que nós jamais seríamos, atletas. Mas nos jogos, algumas vezes matinais, recebíamos os aplausos de nossas companheiras de sala de aula. As nossas aulas, algumas carregadas de heresias como a aula de Filosofia e Grego. Que doideira… Aliás, a história da igreja está tão cheia de heresias que, nem mesmo os professores de filosofia ou grego conseguem separar o que é certo do que é errado. Num desses momentos, a gente acaba por deixar de acreditar em Deus até mesmo estudando sobre ele. E o ex-jogador de futebol? Professor de evangelismo? Oh! meu Deus… quanta árvore cheia de folhas… E as noitadas de “gluco-energan”… garanto que isso ninguém conta… Para poder estudar durante a noite e fazer as provas no dia seguinte, somente turbinado mesmo. E as nossas “experiências” com a força do pensamento positivo. Essa vale a pena citar. Juntávamos alguns alunos no quarto, colocávamos uma cadeira no centro do quarto e um de nós assentado. Quatro de nós tentávamos levantar a cadeira apenas com a ponta dos dedos indicadores e as mãos cruzadas. Resultado, não conseguíamos. Então, fechávamos os olhos e concentrávamos por alguns segundos e ao sinal de alguém levantávamos a cadeira com o que estava assentado nela como se fosse uma folha de papel. Incrível, mas ninguém resistia a brincadeira e a cadeira sempre caia.

Me lembro muito bem do nosso professor de português – O Natanael… Esse sim me fez passar nervoso várias vezes! Interessante era a dupla de “teólogos” amantes de uma boa polêmica – não lembro os nomes. E o garotinho vindo de Assis? James… Preciso contar essa. Não é que o cidadão inventou de usar um produto à base de álcool para aliviar uma certa alergia numa parte sensível do corpo? Podem imaginar a cena? E o nosso imitador do “BÍLLY GRAHAM”? Silas. Esse eu admiro até hoje.

Bom, um tempo de muitos momentos inesquecíveis, como por exemplo quando ocorreu a divisão das águas. Acontecia a “renovação” espiritual da Igreja Presbiteriana… Ruptura, definições de conceitos e tendências teológicas eram postas à prova. Confesso que fiquei decepcionado com o que estava ocorrendo. Eu estava muito absorto em minhas novas descobertas teológicas. Havia uma inquietude dentro de mim que destruía minha fé simples. Acreditem ou não, eu estava sendo violentado na minha metamorphose espiritual. Vinha de experiências pessoais profundas, de uma prática de fé inocente e agora, em meio a descobertas do “por quê” das coisas, ao invés de solidificar essa fé, mesclava com o humanismo, um cristianismo formal e agora uma “renovação” espiritual que mais cheirava protesto do que uma nova revelação. O meu casulo estava sendo rompido pelas lâminas da incerteza, dúvidas e frustração. Não mais existiria IBA. Alguns de nós foram para Cianorte, outros perderam o seu “norte” e alguns se perderam no caminho.

Mas tudo isso fez parte de uma “transformação” que só teria efeito real anos depois. Um ano depois do IBA, fui para um seminário em Minas – Betânia – Foi lá que consegui re-estruturar minhas convicções e concluir meus estudos preliminares.

O IBA foi um capítulo na minha vida. Alí aprendi a ser crítico. Aprendi a ser um “Bereiano”, a não aceitar conceitos sem provas, e conclusões sem experimentos comprovados. Aprendi a ler, a pesquisar, a perguntar e a buscar respostas. Aprendi a viver em equipe e descobri que um “seminário” pode ser uma alavanca para alguns, mas uma âncora para outros. No meu caso, foi uma âncora, mas eu a usei como alavanca para me reerguer e ir em frente.

O IBA deixou marcas, principalmente através de pessoas que seguiram firmes no ministério. É bonito olhar para trás e ver que há uma linha notável de pessoas que ainda conseguem manter a base da fé, da humildade e do conhecimento.

Hoje, apesar de ser um questionador do sistema religioso evangélico, não posso deixar de reconhecer que, um grupo de amigos, irmãos e companheiros que viveram por um curto período de tempo juntos, trazem uma importância tremenda na formação de vidas.

A história conta o que foi no passado, mas os homens da história produzem o futuro. Assim, orgulho-me de ter sido um dos alunos do IBA – INSTITUTO BÍBLICO DE ARAPONGAS.

Roberto Carlos Fernandes





“AMIGOS”

30 01 2015

nao-ha-amigos-falsos“Quem tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado que irmão”

Amigo verdadeiro é aquele que fala bem de você prá outros quando você não está perto, e fala com franqueza sobre teus defeitos diretamente e SÓ prá você.

Já ouviu essa expressão – “…eu estava com saudades de você” …? Quem tem saudades liga, visita, planeja estar juntos, manda presentes, escreve cartas, manda bilhetes, pergunta sobre ele.

O facebook é uma vitrine de “AMIGOS” virtuais que nunca se encontram e trocaram o abraço apertado por um “like clicado”…

A surpreza da amizade do “faz-de-conta” é descobrir que o 1 é amigo do 2… mas o que o 1 não sabe é que o 2 é mais amigo do 3. O 3 se surpreende ao saber que o 4 que ele tanto admira, é mais amigo do 5, que por sua vez prefere o 6. Não é de se admirar que o 7 nem tenha tempo pra ninguém a não ser pro 8 que sempre deseja estar com o 9 cuja preferência é pelo 10 que sinceramente faz de tudo para chamar a atenção do seu amigo 1 que não percebe porque quer agradar o 2.

O segredo é não querer ter muitos AMIGOS mas SER AMIGO de quem realmente precisa de um.

Roberto Carlos Fernandes
Por Um Mundo Melhor








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