INTRODUÇÃO

Este é um dos temas mais controvertidos e polêmicos da atualidade. Não é fácil abordar este assunto por causa das muitas implicações e consequências para o homem e a mulher, para a família, para a sociedade e principalmente para a Igreja.

Infelizmente são poucos os que ousam estudar a respeito e muitos que fogem de uma confrontação, quer por motivos pessoais ou religiosos. Mas é um tema urgente, não só por sua importância, mas principalmente porque pode fazer diferença eterna na vida das pessoas.

Sem falsa modéstia quero deixar claro que não pretendo levantar uma polêmica além do que já existe, nem defender tese em cima deste assunto. As declarações que aquí farei, fazem parte do que eu creio e do que pratico. Espero, sirva para aguçar a mente dos leitores ao questionamento.

Por outro lado, não posso deixar de reconhecer as minhas limitações. Muitas das conclusões são frutos de pesquisas pessoais de homens comprometidos com o Reino de Deus e cuja vida respalda suas palavras. Evitarei citar quaisquer nomes para não me valer de pedaços de argumentos ou citações aleatórias extraídas de livros ou pregações que, muitas vezes, teriam conclusões completamente diferentes às minhas.

Este não é um material de pesquisa ou de estudo. É sim, um alerta e uma chamada ao questionamento.

Desafio aos leitores caminharem comigo nas trilhas sinuosas do humanismo e da falsa religião em direção ao único e seguro caminho da verdade: Jesus!

Ele disse: “Eu Sou o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA. Ninguém vem ao Pai senão por mim”.

Se você não concorda com esta declaração, pare agora! Será pura perda de tempo continuar lendo. A base de toda minha argumentação está em Jesus. Tudo vai até Ele e parte Dele. Tudo é sustentado por Ele e esclarecido Nele.

Portanto, qualquer interpretação da Lei de Moisés, dos profetas e dos apóstolos terá que finalizar em Jesus. E por que digo isto? Porque Ele é a autoridade máxima. Ele é o criador de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. Ele é o princípio e o fim. Ele é antes de todas as coisas. Nada está fora do Seu controle. Ele tem o mundo em suas mãos. O governo está em suas mãos. É Ele quem manda. Ele é a sabedoria e a expressão exata de Deus.

Ele É! Assim, tratar este assunto fora de Jesus seria pura especulação.

Não temos que estudar sobre divórcio. Temos que estudar sobre casamento, amor e fidelidade dos compromissos entre a mulher e o homem. Temos que estudar formas de: como manter a família unida, os filhos em sujeição e obediência, as esposas amadas e bem protegidas, os homens firmes e amáveis.

Temos também que viabilizar meios para amparar aqueles que foram violentados pela teologia do egoísmo e da justiça própria. Violentados na sua fé pelos argumentos do engano.

O número de casais separados, famílias destruídas, filhos abandonados, esposas traídas e maridos insatisfeitos mostra a realidade da raça humana sem Deus. Fruto de corações duros como pedra, inflexíveis como o aço e enganosos como o pai da mentira. São, todavia, uma massa humana levada pelas correntezas do humanismo que excluem a necessidade de Deus.

As palavras de Jesus ainda soam forte 2000 anos depois de serem proferidas: “Eu, porém vos digo…”. E o que Ele diz é o que importa!

Próximo Capítulo: Jesus e a Lei de Moisés

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