JESUS E A EXCEÇÃO

A resposta de Jesus à segunda pergunta dos fariseus estava respondida. Tanto a primeira pergunta como a segunda, estavam respondidas e o assunto estava encerrado. Os fariseus conheciam bem a lei e sabiam exatamente do que Jesus estava dizendo. Não lhes cabia mais argumentos ou outras perguntas.

Mas, e a seqüência do texto? Como é que fica a próxima declaração de Jesus?

Se analisarmos somente o texto de Mateus 19, vamos concluir que Jesus disse o que disse, somente aos fariseus. Não é mesmo? Parece que a seqüência sugere isso. Todavia, não podemos tratar esse texto isoladamente. Conhecemos bem aquela frase: “Texto sem contexto é pretexto”. É preciso juntar Mateus 5.31-32, Mateus 19.9 e Marcos 10.10.

Em primeiro lugar temos que contextualizar onde é que essas coisas acontecem, o momento em que elas acontecem, a quem a palavra foi dirigida e o que estava sendo dito.
1) Mateus 5.1-7.29

Nesse episódio Jesus estava assentado sobre um monte e ensinava a seus discípulos diante de uma multidão. Entre outras exortações e ensinos, citou:

“Também foi dito: Qualquer que repudiar sua mulher dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de relação sexual ilícita, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério”.

Jesus está citando uma série de ensinos baseados na lei de Moisés. Ao tratar do assunto adultério, que começa no verso 27, Jesus mostra que o adultério começa na intenção. Diz que o simples olhar para uma mulher com cobiça, já é um adultério cometido no coração. Ele mostra como evitar que isso aconteça. Fala de arrancar um olho, ou uma perna. Ele radicaliza em torno de se fazer o que for preciso para que não haja adultério.

Mas ao lermos o verso 31, nos parece que ele muda de assunto. Todavia, a meu ver, a conclusão do texto 32 encerra a questão que começou no verso 27. O homem que repudiar a sua mulher pode expô-la ao adultério.

Antes de entrar no aspecto da exceção, temos que receber a mensagem que está sendo transmitida. Jesus não está falando de exceção, nem de divórcio, nem de recasamento. O assunto em questão é o adultério.

A frase, “a não ser…” é uma declaração de Jesus, não dita por nenhuma outra pessoa. Não fazia parte da lei, nem dos profetas. Novamente ele impõe a Sua autoridade, “Eu, porém vos digo”.

Temos, então, uma seqüência contextual:

1 – O local era um ambiente público, o monte.

2 – O momento era quando falava a respeito do ensino baseado na lei.

3 – Ele falava aos discípulos diante da multidão.

4 – E Ele ensinava a respeito de como tratar a questão do adultério.
2) Mateus 19.1-8 e Marcos 10.1-8

Esses textos já foram analisados nos capítulos anteriores. Vamos ver agora a seqüência de fatos contextualizados.

1 – O local é na Judéia, muito provavelmente em Peréia. De qualquer forma, a informação original é de Marcos servindo de base para o evangelho de Mateus. Não há nenhuma evidência de que fossem lugares diferentes.

2 – Havia ali também uma grande multidão. O momento é semelhante a muitos outros em que Jesus atende à multidão curando seus enfermos.

3 – São os fariseus que interpelam a Jesus e fazem suas perguntas.

4 – Todas as respostas e declarações de Jesus são dirigidas aos fariseus.
3) Marcos 10.10-12 e Mateus 19.9-12.

Chegamos a um fato novo e cheio de detalhes. Inverti a ordem dos textos propositalmente para facilitar o entendimento. Marcos serve de base para o texto de Mateus. Portanto, vamos começar analisando o texto de Marcos, juntando com o texto de Mateus.

Assim temos:

“E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disto mesmo” (Mc 10.10)

“Eu, porém vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério”. “Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas somente aqueles a quem foram concedidos. Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram feitos assim pelos homens; e há outros que se fazem eunucos a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o” (Mt 19.9).

Contextualizando temos então outro cenário, outro momento, outras pessoas e outra mensagem. Vejamos

1-      O local é a casa de alguém, provavelmente a casa de um dos discípulos.

2-      O momento é de intimidade de Jesus e Seus discípulos.

3-      Ele responde a um questionamento dos discípulos a respeito do assunto.

4-      Ele reafirma o princípio do casamento e a questão da exceção.

É bom repetir que toda vez que Jesus usou a expressão “EU, PORÉM VOS DIGO…” Ele o disse aos discípulos. Essa declaração é para discípulos e faz parte do resgate da autoridade do Reino de Deus na vida dos homens regenerados. Não haveria razão para Jesus disse isso aos fariseus, mesmo porque eles não a receberiam, nem as cumpririam.

O Grande Mandamento da Lei e o Novo Mandamento

O maior exemplo dessa distinção entre os discípulos de Jesus e os demais, se dá no mandamento da lei e no Mandamento de Jesus.

“E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar. E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” – Mt 22.34-40.

É muito interessante como esses dois mandamentos exercem um poder sobre a humanidade. Tudo depende dele e ninguém os obedecem. O homem natural é julgado por esses dois mandamentos e ele é exigido de toda humanidade. Dele dependem toda a lei e os profetas. Todavia, aos discípulos de Jesus há um novo mandamento. Fica implícito o dizer de Jesus: “Eu, porém vos digo”. Sem invalidar o primeiro e grande mandamento, Ele estabelece a distinção do segundo mandamento com base no Seu próprio amor. Disse Ele:

“Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34-35).

Com base nessa premissa, podemos analisar a tão polêmica frase “não sendo por causa de fornicação”. Esse é o nosso próximo assunto.

Podemos analisar o texto de Mateus 19.9 e Marcos 10.10 isentos da presença dos fariseus e de qualquer influência tendenciosa. Jesus está em casa sozinho com seus discípulos e eles trazem de volta o assunto discutido com os fariseus. Vejamos os textos agrupados:

“E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disto mesmo” (Mc 10.10) “Eu, porém vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério”. “Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas somente aqueles a quem foram concedidos. Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram feitos assim pelos homens; e há outros que se fazem eunucos a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o” (Mt 19.9-12).

A exceção que não existe

Repetindo o que já disse anteriormente, toda vez que Jesus usava essa expressão, “eu, porém vos digo..” sempre o fizera aos discípulos, impondo sempre um nível mais alto do comprometimento deles com o Reino de Deus. Portando, não vamos perder tempo tentando achar uma “exceção” que não existe. Todavia, precisamos explicar termos e conceitos.

A questão da expressão “a não ser no caso de…” ou “não sendo por causa…” é uma alusão à pergunta dos fariseus: “Por que Moisés mandou dar carta de divórcio e repudiar?”. A resposta de Jesus aos fariseus foi sobre o “por quê?” e não sobre a permissão de Moisés. Tão pouco Jesus discute a lei com os discípulos ou faz qualquer menção a respeito. Mas, como Ele cita a palavra “PORNÉIA”, precisamos então dar algumas explicações que, para os discípulos, não houve necessidade. Muito pelo contrário, eles a entenderam muita bem e o assunto ficou encerrado com a observação a respeito da condição do homem relativamente à mulher.

Embora a palavra “pornéia” seja um termo abrangente, ou seja, pode significar muitas coisas, não podemos dar a ele essa amplitude nesse texto de Mateus. Dizer que o termo pode significar muitas coisas está certo, mas dizer que ele nesse texto é abrangente, faz uma grande confusão.

Há outros exemplos na bíblia de palavras que, a depender do contexto, podem ter significados diferentes. Vejamos:

A palavra traduzida como “mundo”, que no grego é “cosmos” e em hebraico é “tebel” tem significados distintos nos vários livros da Bíblia. Em Efésios 1.4, ela significa “universo”. Nos Salmos 24.1, significa “planeta, Terra”. Em João 3.16, “humanidade”. Em 1 João 2.15, “sistema humano”. Seria um erro absurdo de interpretação querer fazer uma síntese de todos os significados e aplicá-la a cada versículo onde aparece a palavra “mundo” nas escrituras.

O mesmo ocorre com a palavra “carne”, no grego, “sarx”, Algumas vezes significa a “carne física”, outras vezes “o corpo”, “a humanidade”, “fragilidade humana” e muitas vezes significa a nossa “natureza pecaminosa”.

Explicação do termo fornicação

Da mesma forma a palavra traduzida como “fornicação”, no grego “pornéia” e no hebraico “Zanah” têm muitos significados na bíblia. Vejamos pelo menos cincos significados diferentes:

1. Fornicação – Relação sexual entre solteiros (1 Co 7.2; Dt 22.21; Lv 19.29; 1 Ts 4.3-4).
2. Fornicação – União ilícita, proibidas pela lei de Deus (1 Co 5.1; Dt 22.30; Lv 18.8; Dt 27.20).

3. Fornicação – Todo tipo de pecado sexual, incluindo o adultério (1 Co 6.13-18; Nm 25.1).

4. Fornicação – Todo pecado de prostituição e comércio de prostitutas. A palavra “prostituta” no grego é “porne”, tem a mesma raiz. (Lc 15.30; 1 Co 6.16).

5. Fornicação – Infidelidade espiritual, idolatria. (Je 3.6; Ez 23; Ap 17.12).

Portanto, não podemos fazer uma síntese de todos estes significados e aplicá-la à palavra “fornicação”.

No texto específico a que estamos tratando, o que determina qual dos significados deve ser aplicado é o contexto onde ela está inserida e com o resto das escrituras que tratam do mesmo assunto.

Contexto com Lucas 16.18

A narrativa de Mateus e Marcos tem que ser contextualizada com Lucas. Não poderíamos aplicar o item número 3 (Fornicação – Todo tipo de pecado sexual, incluindo o adultério) Vejamos o que Lucas registrou: “Todo aquele que repudia a sua mulher e se casa com outra, adultera; e o que casa com a que foi repudiada pelo marido, adultera” – (Lc 16:18).

Portanto, não podemos interpretar a palavra “fornicação” (pornéia) usada por Jesus nesse episódio, dizendo que ela significa adultério” como sendo o único motivo para haver divórcio e recasamento porque contrariaria todo contexto. Ainda que o homem tenha adulterado e divorciado de sua mulher e casado com outra, a mulher não está livre para ser de outro homem.

Só existem duas possibilidades para a aplicação do significado da palavra “fornicação” nessa frase de Jesus: O que está no item número 1 – relação sexual entre solteiros ou no item 2 – União sexual ilícita (Ex. Um homem que vive maritalmente com uma mulher casada; relação homossexual, Etc.)

Se um casal estiver vivendo em uma dessas duas situações, o caminho é a separação. No primeiro caso, estarão livres para se casarem um com o outro, ou com outros parceiros também solteiros. No segundo caso, ou ficam sozinhos ou se reconciliem com os cônjuges antigos, se for possível. (Vamos tratar disso mais a frente).

É muito importante observar que Jesus nunca usou a expressão; “A não ser no caso de adultério…” – no grego, “moichéia”. (As traduções que usam essa expressão são tendenciosas e estão equivocadas). Ele sempre usou a expressão “fornicação” – “pornéia”. Também não afirmou que se uma pessoa repudia sua mulher e casa com outra comete fornicação. O texto corretamente traduzido é: “Aquele que repudia a sua mulher, a não ser no caso de fornicação (pornéia) e casar com outra comete adultério” (moichéia). Tanto em Mt 5:32 como em Mt 19.9 fica impedido dar a interpretação de adultério à palavra “pornéia”, mas sim o de fornicação.

Isto explicaria o que Moisés disse: “Quando um homem tomar um a mulher e casar-se com ela, se não lhe agradar por ter encontrado nela alguma coisa indecente, lhe escreverá uma carta de divórcio…”

Ao casar, o que um homem poderia encontrar numa mulher que lhe fosse indecente? O mais provável é que descobrisse que a mulher não era mais virgem. Nesse caso, havia um de dois procedimentos a serem seguidos.

Segundo a lei, se houvesse litígio (demanda, desacordo e necessidade de juízo), o marido podia recorrer ao juízo público. Mas, se a situação não tivesse litígio, e o marido não quisesse a mulher como esposa, deveria redigir uma CARTA DE REPÚDIO e despedi-la definitivamente.
O Contexto de Dt 22.13 -21 e 24.1-4

No caso de litígio:

O procedimento a ser seguido no caso de litígio entre o marido e a mulher que requeresse uma intervenção de juízo público, é explicado em Deuteronômio 22.13-21. Se, ficasse comprovado que a mulher era inocente e que ela era virgem ao casar-se, ele deveria pagar uma multa ao pai da mulher “e ela lhe seria por esposa e não poderia despedi-la pelo resto da vida” (Vs 19). Mas, se ela fosse considerada culpada e que de fato não era virgem ao casar-se, ela deveria ser apedrejada até a morte – (vs 20-21).

No caso de não haver litígio:

Aqui temos o segundo procedimento, neste caso em que não há litígio. Deuteronômio 24.1-4 assinala o que deveria ocorrer. Se o marido quisesse anular o recente casamento “por haver achado nela algo indecente”, o que ela não negava, então ele redigiria uma carta de divórcio, entregaria a ela e ambos estariam livres para casar-se com outros.

Aqui temos então a alusão de Jesus dita aos discípulos sobre o caso: “A não ser por causa de fornicação”. Seria o mesmo que dizer: “Somente nessas circunstâncias, se um homem divorciar-se de sua esposa e casar de novo não comete adultério, e se a mulher repudiada se casa com outro, não comete adultério. Tão pouco o que casar com ela comete adultério também”.

Portanto, o que Jesus diz e o que Moisés disse está plenamente alinhado e acordado. Jesus não disse nada contrário ao que Moisés havia dito. Jesus não contradisse, mas sim retificou e esclareceu.

A Lei de Moisés tinha um objetivo prático que era fazer justiça à mulher. Ela sempre era a prejudicada nos caprichos do homem. Assim, podemos ver claramente que essas medidas protegiam a mulher, mas estabelecia um procedimento de vida para elas.

Em palavras simples o que Jesus dissera foi:

“Eu, porém vos digo que qualquer homem que repudiar a sua mulher, a não ser que descubra que ela não era mais virgem no dia do casamento, e casar com outra, comete adultério e, quem casar com ela depois, também cometerá adultério”.

Deixando de lado essa questão da virgindade, pois somente nessa circunstância poderia haver repúdio, qualquer outro “casamento” seria adultério. Assim, não há nenhuma exceção para, uma vez casados, divorciar-se e casar de novo.

Próximo Capítulo: Jesus e Paulo

6 responses

20 04 2014
Daniel

Com relação a seu texto titulado: Jesus e a Exceção, eu gostaria, então, que você me explicasse como entendes o significado do que consta no versículo primeiro do terceiro capítulo de Jeremias: Eles dizem: Se um homem despedir sua mulher, e ela o deixar, e se ajuntar a outro homem, porventura tornará ele outra vez para ela? Não se poluirá de todo aquela terra?…, bem como o que encontra-se logo a seguir, no versículo oito do mesmo capítulo: E vi que, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério a rebelde Israel, a despedi, e lhe dei a sua carta de divórcio…

15 01 2015
Wéliton GF Bjj

Daniel caro amigo o que o texto diz que não há exerções para o divórcio, e nem segundo casamento e eu afirmo que esta definido por Jesus não seja como alguns que querem brechas para trocarem de esposa, veja isso: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. Mateus 19:11 só quem é realmente cristão pode receber esta palavra.

3 02 2016
Diogo

Parabéns, ótima explicação, é muito difícil as pessoas aceitarem isso, mas é verdade, e se alguém duvidar de Mateus 19.9, pense o seguinte, e se for verdade, vale apena arriscar?
Eu já estudei muito isso, e sei que esta é a verdade, para entender a bíblia precisamos estudar sobre muitas coisas, entre elas a época, costumes, o povo da região, estudo histórico e arqueológico, entre outras.
E é como Jesus disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido.

23 06 2016
Kelly Melo

Fiquei com um questionamento. Depois que entendemos essa verdade, o que fazer com os casais que já temos na igreja e que estão num segundo casamento?

23 06 2016
rcarlos90

Olá Kelly… Obrigado por perguntar…
Essa é uma das perguntas mais temídas porque a resposta é realmente dolorosa. Infelizmente por causa do humanismo que se instalou no meio da,Igreja, é muito difícil aceitar certas verdades absolutas.

Bom, vou tentar ser bem simples. O que um mentiroso tem que fazer? Falar a verdade,certo? Falar a verdade a respeito da mentira que falou…

O que um ladrão tem que fazer com o objeto que roubou? Devolver, não é?

Se uma pessoa está vivendo em adultério, o que ela deve fazer? Deixar o objeto que caracteriza o adultério, ou seja, romper com o relacionamento.

Um Novo Casamento não dignifica o adultério. O fato de estarem oficialmente divorciados,não significa que estejam liberados para casar com outra pessoa, o que seria adulterio.

Porém, cada caso é um caso a ser cuidadosamente abalizado e tratado. Daí a importância de buscar ajuda.

Uma vez confirmado que o casal está vivendo uma relação assim, e querem fazer a vontade do Senhor, a separação é a única saída…ainda que isso seja difícil.

6 11 2016

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